segunda-feira, março 20, 2006

O regresso da besta anónima: o chibo

O anónimo, após uma longa ausência, voltou a atacar.
Infelizmente (para ele) o seu ataque não só não foi eficiente, como mostra a verdadeira personalidade do anónimo.
Eis o e-mail que recebi da anónima:

"Bom, está demais, fui ao Bogspot e, procurei plas ocorrencias , só para ver o nível médio de qualidade deste servidor de Blogs, mais nada!
E fui encontrar, não putaria, mas criticas ao no Badalhog do André (estou fadado, irra!). Pois então, chibei-me ao Júlio, dando-lhe o link, assumindo o papel de Nero (quero ver tudo a arder). Então, o Júlio respondeu, como eu previ, se não, não me tinha chibado!
Humilde, esse Júlio e, bem humorado!
Não adianta de nada, ao Júlio, mas o facto é que subiu, ainda mais, na minha consideração e estima, bem como admiração.
É ver em...
http://vozesdarevolta.blogspot.com/2006/01/sexo-para-acordar.html"

Como eu não sou covarde como a anónima, na altura que escrevi esse post fiz questão de escrever um comentário semelhante no blog do Machado Vaz:
http://murcon.blogspot.com/2006/01/boa-noite.html
Só não escrevi no comentário o link directo para o respectivo post, porque achei que talvez pensasse "...olha, mais um gajo a querer publicidade ao seu blog!". De resto, bastava passar os olhos pelos meus posts naquela data.
Mais uma vez, a anónima vem provar que tem os defeitos mais irritantes que uma criatura viva (?) pode ter: chibo e .
Aposto que quando era puto fartava-se de levar no focinho dos seus colegas de escola por andar sempre a chibar-se e a lamber o cú ao professor.

29 comentários:

O não anónimo disse...
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O não anónimo disse...

Ainda mais baixo, é o facto de o André publicar um mail pessoal, mas eu já o tinha previsto... Ele sabe disso de forma clara! Pois ontem foi-lhe enviado um mail, com palavra-passe, só fornecida hoje (por mim), a prever o que hoje ocorreu.

Nível de baixezzzzzza subiu uns pontos, ai subiu subiu...

O não anónimo disse...
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O não anónimo disse...
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O não anónimo disse...

A reflectir:

O André publicou o mail que eu enviei particularmente, tornando-o público sem a minha autorização, embora eu já o tinha previsto como referi anteriormente.

Em oposição, temos o facto de eu dar uma ajuda ao “acaso”, indicando um post do André
disponível «publicamente», a uma dada pessoa.
Tendo o André dito que indirectamente, de forma exótica, tinha disponibilizado essa hipótese.

Bom, acho que quem cometeu “crime”, aqui, foi o André e não eu…
Que trapalhão.

André disse...

Eu acho é que andas com falta de sexo, pois cada coisa que eu escrevo, por mais irrelevante que seja (e todos percebem a sua irrelevância), te proporciona um enorme orgasmo verborreico, e quem te conhece save que não ficas pela boquinha...

O não anónimo disse...
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André disse...

Estás sempre a falar na tua autorização. Jovem, eu não preciso da tua autorização para nada: cresce e aparece!
Como sempre, quando falas, demonstras o verdadeiro fascista que és.

O não anónimo disse...

Por falar em verborreia, o que dizes não tem nada a haver com nada…

Simplesmente refugias-te com vulgar clássico formatado e batido: “estás com falta de sexo”
Em abono da verdade, calculo (posso estar enganado) que o caso seja NOVAMENTE
o contrario. Não me alongo mais neste ponto…
Os argumentos do André estão em formato de contra-medida, ou seja divergem do assunto
para quem leia, olhe noutra direcção. Portanto, essencialmente, não respondendo a nada.


E por falar em relevância: tu até postaste o assunto. Digamos que é uma ejaculação precoce o post em causa, publicando inclusive o meu mail… Que relevância tu deste, digo agora eu. Isto é chamado o efeito Boomerang


Para reforçar:

é muito mais grave tornar publico um mail privado, sendo em si um acto covarde, do que
apontar (ou como queiras, chibar) para um post, que é público, até porque, nem sei bem se chibando para algo que é passível de ser visto por qualquer utilizador da web é algo reprovável.

O não anónimo disse...

Desculpa de mau pagador: será isto um argumento?

“Só não escrevi no comentário o link directo para o respectivo post, porque achei que talvez pensasse "...olha, mais um gajo a querer publicidade ao seu blog!". De resto, bastava passar os olhos pelos meus posts naquela data.”

Coitado do Júlio Machado Vaz, tinha que arranjar um exercito de assistentes, pois para cada comentário teria que ir ao Blog do “cromo” ver os vários posts, da data em causa e, rever nessa mesma data um a um, até encontrar o dito: uma maratona digna de um fundista de renome.

Como que o post dele, no blog do Júlio, tivesse implicado de alguma forma uma redenção. O “tom” não é de forma alguma o mesmo, sendo o post

http://vozesdarevolta.blogspot.com/2006/01/sexo-para-acordar.html

do seu blog, corrosivo, enquanto o postado,

http://murcon.blogspot.com/2006/01/boa-noite.html

no do Júlio foi escrito num formato totalmente diferente, ou seja, “surrateirocobardemente” diferente.

De alguma forma, de prova provada, viu-se que o Júlio «NÃO VIU O POST», pois quando o viu
respondeu (quase imediatamente). Mais uma falha, clara, nas conjecturas mirabolantes do André.

Em relação a:

“Aposto que quando era puto fartava-se de levar no focinho dos seus colegas de escola por andar sempre a chibar-se e a lamber o cú ao professor.”

Bom, nessa altura era «exactamente» o contrário do descrito. Várias vezes, em conversas de café com colegas comuns, esse assunto foi puxado na tua presença, portanto, validado. Tive inclusive problemas devido a ser «exactamente» o contrário, não é por ai. Como adivinho não vais lá, não vais não.
Outra falha falhada, que tu, ainda por cima, tens conhecimento…


Picadito!!!! Hoooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooo


Há ainda o facto do dito post

http://vozesdarevolta.blogspot.com/2006/01/sexo-para-acordar.html


Não ter nem nexo ou concordância, sendo claro a critica pela critica, sem estrutura:

O André a dada altura diz:

“Mas hoje tive azar, pois calhou-me o pior programa que dá de manhã.”

E descreve detalhadamente uma série de pormenores, que implica atenção e, algum tempo de audição, ora esse tempo só implicar um exercício de masoquismo inexplicável! Muda de estação, é mais simples!



Depois mais abaixo, diz:

“(…) são as suas explicações muito simples, como se todos fôssemos crianças e não pudéssemos ouvir palavras mais carregadas e/ou mais exaltadas;”

E depois noutro post

http://vozesdarevolta.blogspot.com/2006/01/o-blog-portugus-um-balano.html

diz o seguinte:

“Os pseudo-intelectuais pululam neste universo com as suas longas interpretações do real misturadas com referências muitas vezes obscuras ao mundo artístico underground”



A cereja em cima do bolo vem no fim, demonstrando que a critica é feita pela crítica, usando argumentos discordantes, (qualquer coisa serve, mesmo sem nexo) só para dar mais força à crítica, ficando a descoberto o objectivo da mesma: “afundanço” gratuito. A frase é esta:


“Mas trata-se da minha sanidade mental. Sem soninho o André fica maluquinho.”

Em que ficamos????


Então, afirmas que o homem dá-te sono. Depois reclamas que ficas sem sono!?!?? Devias era agradecer ao Júlio por ser soporífero (para ti)… Que contradição. Trapalhada sem nexo, embrulhada em papel de Blog!

O não anónimo disse...
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O não anónimo disse...
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O não anónimo disse...

Segue-se ainda uma série de contradições, ainda mais gritantes:

No poste de " Segunda-feira, Março 20, 2006 2:51:15 PM" o André diz simplesmente
que estou a falar sempre de autorização e, que sou fascista, pois bem, penso que é claro que o mail que eu enviei só deveria ser lido pelos destinatários, caso contrário, tê-lo-ia tornado público, coisa que não fiz, embora soubesse que ele o ia postar... Será que esta ideia de autorização é tão estranha? Será que não é obvio, que ele não o devia ter postado? Não será evidente?

Voltando às contradições: o André recrimina as proibições/autorizações
dizendo:

"Estás sempre a falar na tua autorização."

no post de " Segunda-feira, Março 20, 2006 2:51:15 PM"

e, no entanto posta o seguinte:

http://vozesdarevolta.blogspot.com/2005/11/traio-no-confessionrio.html

no qual diz, a certa altura:


"O facto de alguém "confessar", a nós, os seus sentimentos de revolta para com outrém, não nos dá o direito de, a partir desse momento, começarmos a falar mal desse outrém (...)"

Como?! "(...) não nos dá o direito (...)"

Que hipócrita toca-tintas!

Mas o melhor está para vir: em relação ao
fascismo, o André no post

http://vozesdarevolta.blogspot.com/2005/11/o-no-annimo-um-anormal.html

Relata que tirou da "blogosfera" o meu post, arrependendo-se posteriormente (mas o acto fascista já tinha sido consumado, que fique claro!), colocando-o novamente no Blog, embora dentro do post dele. Aqui fica patente um fascista
frustrado, que pratica, quando as circunstâncias o propiciam, a censura. Bom, mas ele voltou a colocar o post no lugar, pois corria o risco de alguém ter visto o meu post antes de ele o apagar, denunciando assim a atitude fascista do Andróide. Que cobardia velada...

Ainda há mais, após isto o André, bloqueou a postagem livre (que contradição), dizendo inclusive que
nestes casos seria um fascista dos piores!!!

Esse post está retirado ("provavelmente" censurado pelo próprio) mas, por azar do André, ainda pode ser encontrado parte dele, através do "sherch" no canto superior esquerdo do blog! Basta colocar a palavra "não anónimo" obtendo-se várias ocorrências, sendo a que interessa a "Acabou-se a papa-doce! 28 Nov 2005 by André Cardoso".
Aqui este mentiroso, assumia-se como
fascista...
Eu não estou a mentir, alguém deve ter visto o post completo! O André sabe-o!

Um poço de contradições hipócritas...

Um trapalhão labiríntico e recursivo, esse André...

André disse...

O homem é feito de contradições. É um paradoxo vivo.
Só os tolos se limitam a um extremo do espectro.

O não anónimo disse...
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O não anónimo disse...

Vai atirar areia para os olhos de outro!


Ao dizeres que o «homem» é feito de contradições, falta-te dizer que isso não é uma virtude, não é o facto de escreveres o mais que obvio, que o tornas licito, devias ainda de acrescentar que: uma coisa são as contradições «acessórias», outra são as contradições «estruturais», o que é bem diferente, sendo que no caso do fascismo, temos uma contradição de «estrutura» ou de «matriz» "grave", e não é uma contradiçãozita, que tu queres tornar aceitável. O tanas! Há ainda que concordar que se for possível há que evitar as contradições. Mas não!!! No caso do André, encolhe os ombros e diz que o homem é cheio delas e prontosss! No teu caso constata-se uma abundância nas contradições, que no caso concreto são várias, em quantidade e QUALIDADE.


Fica o "poema" demagógico: "Só os tolos se limitam a um extremo do espectro."

Ai o espectro... O espectro... Que lindo!

O não anónimo disse...
Este comentário foi removido por um gestor do blogue.
O não anónimo disse...

Relativamente à tentativa de branqueamento do André com a frase

“O homem é feito de contradições. É um paradoxo vivo. Só os tolos se limitam a um extremo do espectro.”

Veja-se então o seguinte, com um pouco mais de pormenor, no já referido post

http://vozesdarevolta.blogspot.com/2006/01/sexo-para-acordar.html

O André acusa o Júlio Machado Vaz de lhe dar sono, e a seguir (aqui é que está o exotismo), a poucos centímetro de distância, o André diz: “Sem soninho o André fica maluquinho.” como a culpa de lhe tirar o sono fosse do Júlio Machado Vaz. Esta falta de concordância, numa curta distancia como esta, revela uma falta de coerência um pouco para além do normal… Este é, por exemplo, um dos factos bizarros, pois o texto nem é grande, não havendo a possibilidade de se evocar o esquecimento, revelando umas meninges pouco irrigadas.

Em tão pouco tempo verifiquei várias de contradições, “raras”, e de estrutura.
Tomando a frase do André, para ele deve ser estranho que haja Blogs que tenham poucas contradições. Nos poucos que vi, não dei por nada (grave), este facto deve ser muito estranho, no ponto de vista do André… Coisa rara, dirá ele…

Será que um tipo que recrimina o fascismo, e depois actua como tal e, ainda diz que poderá ser (fascista), pode refugiar-se no “O homem é feito de contradições. É um paradoxo (…)”. Bem, se alguém validar esta ideia, na qual reside uma contradição de «estrutura», validando-a com a frase do André, então vale tudo: hoje um pacifista, amanhã um assassino, depois de amanhã um samaritano e, por ai em diante…

Há ainda um facto interessante, o André foi logo a correr, para responder ao Júlio Machado Vaz em

http://vozesdarevolta.blogspot.com/2006/01/sexo-para-acordar.html

com o rabito entre as pernas, e veja-se o tom, de cordeirinho, com que ele responde, contrastando com o post publicado.

Acusas-me de ser cobarde… Podes acusar-me de muita coisa, mas de cobarde neste contexto não. Há aqui um défice de interpretação crónico.

André disse...

Não pecebo, dizes que leste muitos livros de filosofia, no entanto escapa-te um dos principais autores: Nietzsche.
Para além de ser um dos mais conhecidos filósofos, é também quem introduz (entre outras coisas) a contradição do seu próprio pensamento...
Eu acho que és um granda tretas!!!

O não anónimo disse...
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O não anónimo disse...

Tu achas “muita coisa”, o problema é que vendo bem não encontras nada, atiras uns bitaites a ver se cola… Gosto particularmente da tua certeza, de eu não ter lido Nietzsche. Olha eu julgava que sim, mas já que tu afirmas de forma tão categórica, ponho-me em dúvida…

Em relação a Nietzsche, não sei se sabes, mas ele anda nos limites do TEU “Espectro”, sendo muito controverso, só em si, tu falares em Nietzsche, torna a coisa ainda mais cómica. Até pelo que tu escreveste sobre Nietzsche é recorrente em vários filósofos, devido aos memos motivos: trabalham as ideias colocando-as em estado limite (e não só).
No caso dele, parte da obra foi escrita num ambiente de amargura, outra parte foi, escrita em demência e, há ainda o facto de haver falta de consenso em relação a Nietzsche, devido às contradições do seu pensamento, que eram muitas, engraçado não é?!?! Mas de filosofia, tenho mais com quem falar, não será contigo de certeza… Penso, pela tua descrição, que quando eu lia este tipo de leitura, tu lias banda desenhada, estou certo? Ou errado?


Bom, ao dizeres que Nietzsche “ (…) introduz (entre outras coisas) a contradição do seu próprio pensamento...”, (ele simplesmente fê-lo várias vezes) então como Nietzsche é grande, tu podes contradizer-te de forma grosseira, estando tudo justificado, por julgares que estás a ser idêntico a “um grande”, consequentemente, aceitável. O contexto de Nietzsche é outro, este argumento poderia colher a uma pessoa que não o conhece Nietzsche…

Davas um bom amigalhaço do George Bush e do Tony Blair, recentemente, foi noticiado que a Inglaterra e os EUA iam testar uma nova arma nuclear, estando ambos a pressionar o Irão para não produzirem as ditas armas. Isto é uma contradição de «estrutura grave», mas em tese George Bush podia dizer a tua frase “O homem é feito de contradições. É um paradoxo vivo. Só os tolos se limitam a um extremo do espectro.”, isto era (para mim) possível vir da boca do George Bush. Há contradições e contradições.

Sendo anarquista, hoje afirmas que o és, amanhã dizes que podes ser fascista, e simultaneamente criticas-me, chamando-me fascista (tomando o fascismo como negativo) por eu alegar que o meu mail carecia da minha autorização para publicação. É labiríntico, no mínimo, alem de ser uma contradição grave (de “valores” estruturais).
Mas há sempre a frase: que “O homem é feito de contradições. É um paradoxo vivo. Só os tolos se limitam a um extremo do espectro.”

Há ainda o facto de em ralação a tua acusação, de eu ser fascista, devido a eu falar de “autorização”, então eu posso atirar-te à cara, o teu (não meu) argumento, ou seja:
André: sabes que “O homem é feito de contradições. É um paradoxo vivo. Só os tolos se limitam a um extremo do espectro.” e pronto, estou limpo. Esta frase para ti, é uma espécie de
“habeas corpus”.


Bom como és contra o fascismo e, contra as proibições, a tua vontade (não realizável) de querer proibir que falem mal de uma dada pessoa que trabalha contigo, baseado no Blog
que descreve a pessoa e, em relatos pessoais, deixa de poder ser válida…
Já sei o que te dizer quando vieres com a conversa: não fales mal da pessoa X… porque blá blá blá, blá blá blá e blá blá blá, não te admito.


Olha, o nosso primeiro-ministro, Sócrates (o nome vem a calhar), podia usar a tua expressão, “O homem é feito de contradições. É um paradoxo vivo. Só os tolos se limitam a um extremo do espectro.” quando lhe acusarem de não ser coerente, relativamente às proposta eleitorais, comparando com o que está a ser executado.

No teu caso, só há uma palavra. Descalabro. Ao falares de Nietzsche, simplesmente tentas argumentar com uma falácia, que tende novamente a branquear as tuas contradições e ideias enviesadas, conforme dá jeito,


A contradição, genericamente falando, é indicativo de falta de honestidade e ou, de falta de autocrítica ou análise. As contradições das pessoas, governos etc, normalmente andam de mãos dadas com a má-fé egoísmo produzindo invariavelmente injustiça, sendo a meu ver, nos casos «estruturais» (exemplos de valores básicos) um caso de atraso do homem, que se possível deve ser evitado. Para que não haja confusão, a coerência é um valor que não colide com um homem progressista, ou seja não implica ser reaccionário, pode-se ser coerente na mudança para algo melhor, mais justo etc…


Tu, aparentemente, vais pela via do atraso, aceitando, conformando, a incoerência como inevitabilidade a não ser combatida, nos casos «estruturais» é claro.

Finalizando e voltado ao Júlio Machado Vaz, posso estar enganado, mas parece-me (devido a falares tanto em inveja em outras ocasiões) que tens inveja da forma simples, clara e cativante como ele fala e, por outro lado, cheia de conteúdo, o que não é fácil. Dai a critica cega, e contraditória ao Júlio Machado Vaz.

André disse...

O teu discurso é vazio. Escreves muito e não dizes nada, ao passo que eu, com pequenas frases, te pico de tal forma que te borras todo a tentar ser coerente.
Como sempre, esqueces-te que o que se escreve aqui não é para levar a sério; é apenas um exercício humorístico, às vezes, e outras, umas chicotadas ideológicas.
Mas é verdade que uns dias tenho uns sentimentos e noutros tenho sentimentos diferentes. Mas isto é o que distingue os seres humanos (eu) das pulgas (tu).
Quanto à banda desenhada, nunca deixei de a ler.

André disse...

Também me comparas ao Bush. Deixa-me lembrar-te que já tivemos várias discussões sobre justiça, sociedade, censura, etc. E não minto quando digo que tu és ultra-conservador, quase extrema direita (tirando o facto de não seres racista - creio!), e eu sou liberal, humanista e muito chegado à esquerda.
Portanto, cuidado com essas comparações...

O não anónimo disse...
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O não anónimo disse...

Bom, se escrevo muito e não digo nada, então poderias facilmente refutar os argumentados, o que não foi feito. Porque
será?!?!?!

Em relação ao Bush, não necessito de cuidado, mudando o que é necessário mudar no exemplo, não há diferenças.

Escondes-te atrás do humor contextualizado neste blog. Pois não funciona: em relação ao fascismo estou a cruzar com factos passados na tua vida, não só daqui. Mais um tiro ao lado.

Em relação ao fascismo, como queiras...
Sei quais são as minhas convicções e isso é que importa, pelo menos, quaisquer que elas sejam, mantenho-as coerentes.

Em relação ao picadito: vejo que, quem responde logo com dois posts (tu), mostra o quê? "Acho" que acertei no facto de teres inveja do Júlio Machado Vaz, isso sim.

Em relação a comparação com as pulgas, é pura ofensa vazia, destituída de argumentação, procedimento de quem não tem argumentos, ou seja palha.


Resumindo: nunca respondente objectivamente aos meus argumentos, não lhes tiraste validade, respondendo unicamente com evasivas noutras direcções.
Se me acusas de vazio, aponta onde.
Mostras, ainda mais, que és um embrulhado, sem rumo no que dizes, cheio de contradições «estruturais» graves, fora do normal (não falo só no blog), não necessito alongar este assumo, pois já o fiz.

O vazio das tuas respostas, estão baseadas no que atrás foi dito.

André disse...

Recuso-me a responder objectivamente à tua retórica. Aliás, qualquer um que leia tudo isto, percebe imediatamente o teu jogo.

O não anónimo disse...
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O não anónimo disse...
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O não anónimo disse...

Esse chavão formatado, é a resposta mais fácil, de quem simplesmente não tem resposta. É quase um: "Não respondo porque não quero". Sendo isto, o último reduto dos incapazes.

Se os meus argumentos fossem fracos, não haveria eventual "jogo" meu que resistisse.

Se tivesses razão ou, argumentos, o meu eventual "jogo" seria desmontado.

Tão simples quanto isto.