sexta-feira, maio 12, 2006

Os momentos não se repetem

A pior coisa que posso fazer quando algo rotineiro se torna agradável, é antecipar, daí em diante, que o aborrecido se transformará em interessante. Nunca acontece!
Mas como "a esperança é a última a morrer", aquilo que me aborrecia de morte súbitamente ganha um potencial valor acrescido de felicidade.
Por experiência sei que o raro é realmente raro. E o que acontece uma vez de bom, acontece todas as vezes de mau.
O que é irritante é que a partir do momento que passo por uma singularidade destas, começo a procurar sinais e parâmetros que em determinada conjunção podem-me proporcionar mais belos e agradáveis eventos. Esqueço-me sempre que a singularidade é singular...
Chego a um ponto em que a maior parte das secas por que tenho que passar já foram, por uma vez, muito agradáveis. E das duas, uma: ou tento constantemente repetir a experiência, seca após seca; ou desisto logo a seguir à singularidade, com a perspectiva de que nunca mais se repetirá, bem presente.

A vida é feita de momentos encerrados na rotina
A rotina é a totalidade da vida mais os momentos
Os momentos fogem à rotina sendo parte dela
E tudo isto não rima, sou um poeta contemporâneo
E para ficar melhor ainda, deixo o poema acabar ímpar e longo

10 comentários:

O não anónimo disse...

Um massacre; uma seca, este post...
Se fosse mais comprido não o lia até ao fim...

O não anónimo disse...

As incongruências narcisistas deste post…
Denuncio-as devido a seca que apanhei a lê-lo!
É a revolta, logo combina com o Blog.

Na tua frase:
“Por experiência sei que o raro é realmente raro. E o que acontece uma vez de bom, acontece todas as vezes de mau.”

Não devia ser “todas as vezes” mas uma coisa com o sentido de “as restantes” , ó burgesso…
Bem sempre podes safar-te com o argumento estafado, que estaria subentendido…


Depois temos:

”A vida é feita de momentos encerrados na rotina
A rotina é a totalidade da vida mais os momentos
Os momentos fogem à rotina sendo parte dela”

Vendo uma frase de cada vez…

”A vida é feita de momentos encerrados na rotina”

Já agora, poderia ser acrescentado: e não só…
Mas é pouco relevante…
Ou seja, tu dizes que os “momentos “estão contidos na “rotina”…

Na outra frase:

“A rotina é a totalidade da vida mais os momentos”

Dizes que a rotina é tudo, mas o absurdo vem a seguir; o tudo afinal ainda tem algo mais, que
estaria fora dele (nada pode estar fora do tudo), sendo esse algo que estaria fora “os momentos”; então tudo não seria tudo, pois faltavam lá os “momentos”, que efectivamente fazem parte da vida… Que grunho

Na última temos:

“Os momentos fogem à rotina sendo parte dela”

Se os momentos fugissem à rotina, nunca poderiam fazer parte dela, absurdo máximo! Devido a esses “momentos” fugirem, poderiam somente intercalar a rotina, nunca fazer parte dela.

O que escreveste não tem pés nem cabeça…

Fica patente um conjunto de incongruências discordantes, que são usadas num esforço inútil para parecer algo de substancial…

Sempre te resta a desculpa redentora, que este post é uma coisa leve; sem importância; que reflecte o resto do blog; composto por chicotadas psicológicas; que eu estou a ter uma leitura próxima do literal; que não tenho imaginação nenhuma; pá tá ti, pá tá tá…

André disse...

...e tu sem o seres és.
queres e não queres;
vives anonimamente, no entanto...;
és um 'não' mas tentas um sim;
és a rotina em momentos, és um momento rotineiro, desrotinado, desmomentado;
pensas que sim, mas não;
talvez seja, mas sim;
tem sido sempre assim;
é a revolta do parvalhão!

O não anónimo disse...
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O não anónimo disse...

Ainda pior, mais enrolado, que o primeiro...
Não sabia que te podias superar...
Desconfio que quem escreve as letras para as música
do João Pedro Pais não é o próprio, pelo que constato há fortes indícios de seres tu…


Ora bem o registo é este, usando expressões curtas:

Sim sou;
Sou sim;
Sim;
Rotina no momento;
Momento na rotina;
Rotina no sou;
Sou no sim;
Sim na rotina…
Já não sei se sim;
Sim fora;
Rotina sou;
.
.
.
.
Malvado Não Anónimo!!!

É só baralhar (até convêm) e, encontrar novas disposições.

André disse...

Também escrevo para o Toni Carreiras.
Não se ganha mal e conhece-se montes de miúdas...claro que o factor 'miúdas' não te interessa nada, mas o dinheirito...ahn???

O não anónimo disse...

Olha que o Toni Carreiras, não usa esse tom, ridículo, nas sua letras; usa outro tom, também ridículo. Então, tornas a superar-te, mais uma vez. Portanto és um especialista em dois tipos de escrita ridícula.

Assobia para o lado, para ver se ficas melhor na foto...
Mas o atrofiamento está à vista...

André disse...

Desde que me correspondo contigo que me tornei um especialista em escrita rídicula.
Até fiquei bem na foto, o mesmo não posso dizer de ti...parece que a lente não era a apropriada, não tinham grandes angulares e os filtros do photoshop não fazem milagres.

O não anónimo disse...

Tomo então conhecimento, que te tornaste um especialista em “escrita ridícula”. Como
ninguém te obrigou, então significa que foi de vontade própria e de forma consciente, visto tu o reconheceres… Cada um escolhe as suas especialidades.

Mas verifico ainda o seguinte: de alguma forma tentas associar a essa tua especialidade, à nossa troca de correspondência, mas a verdade é que estás a ser modesto, pois esse teu dom apareceu na forma deste post, cheio de ridicularias, sem haver interacção da minha parte, ou seja: essa tua especialidade tem autonomia para brotar espontaneamente, concluindo-se então que subiste mais um degrau nessa tua especialidade exótica.

Repara no seguinte: após as tuas trapalhadas enviesadas, admitiste ser especialista em “escrita ridícula”, digamos que houve um “dois em um”. Mesmo assim, ainda achas que ficaste bem na foto…
Para o teu caso, a nossa tecnologia ainda não produz as lentes adequadas.

André disse...

É evidente que és um especialista na arte da retórica, entenda-se palha na conversa; conversa fiada; fala muito mas não diz nada; fala-barato.
Só espero que não estejas convencido que a tua verborreia (diarreia de boca) está a escorrer para os ouvidos de alguma alma perdida que se encontre por aí. Espero que dês mais crédito à humanidade...porque a julgar pelos teus neurónios-espelho não me parece.
E talvez a minha escrita rídicula tenha aparecido antes da nossa correspondência, no entanto sei que não estou sozinho, pois tenho-te como companheiro nesta caminhada peripatética.
Em relação à lente da máquina fotográfica, eu estava a ser literal.