terça-feira, janeiro 12, 2010

Mamas, para que te quero

Palavra de honra! Hoje pensava que iria ver a primeira mulher presa pelas mamas na porta automática do Metropolitano. A hesitação dela em entrar e o conjunto astronómico de mamas que apresentava, provocou com que metade do corpo ficasse de um lado das portas e o resto - AS MAMAS! - ficassem dentro do metro. Observei, pasmado, enquanto, pareceu-me, alguma força física, sem dúvida provocada pela atracção de um corpo com tão enorme massa - AS MAMAS! - puxava o seu resto anatómico para dentro do metro. Não fosse ser um dia tão merdoso e eu desataria a rir-me.

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