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Quase novidades!

Eu mantenho-me com a ideia que este blog chegou ao fim para mim, mas brevemente terei outro, mais abrangente, e publicarei o endereço aqui. Estai atento!

This is the end my friend...

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Não é para chamar a atenção nem porque a minha imaginação acabou, mas cheguei ao meu ponto de saturação em relação a este blog. Durante este tempo de felizes escritos, fiz muitas amizades giras e até fui a dois jantares fantásticos que reuniram bloggers . Não tenho nenhum arrependimento do que escrevi, das minhas ideias ou de qualquer outra coisa; foi uma viagem espectacular e uma experiência de que nunca me esquecerei, mas tenho que continuar, vou partir para outras coisas, desbravar outras "terras". Beijos e abraços a todos os bloggers (e não bloggers ) que me acompanharam e que eu acompanhei. Over and Out

Que talho!!!

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Recuso-me a ver o Grindhouse partido ao meio! Espero pelo DVD...

As lãs da minha memória

Cheguei a um nível completamente novo de esquecimento. Quando vinha do almoço para o trabalho, dei de cara com uma miúda muito gira cuja cara me parecia muito familiar, o que veio a provar-se um instinto correcto porque ela me cumprimentou efusivamente com um "Andrée!!!"; Olhei para ela com um sorriso e retribui-lhe a satisfação "Oláa!!!". Mas quem era ela? De onde é que eu a conhecia? Aquela cara gira e as ancas férteis estavam-me a bloquear completamente a concentração. Quando eu julguei que íamos falar dos velhos tempos, ela apresenta-me a mãe e pergunta-me se eu não conhecia nenhuma casa de Lãs naquela rua. Claro que eu soube responder-lhe! Sim, porque uma casa de Lãs já é uma coisa que o meu cérebro considera de importância vital para armazenamento. Estúpido! Como a casa já tinha fechado eu indiquei-lhe outro sítio que ela podia ir, os Armazéns do Minho. E mais uma vez insultei-me em silêncio por guardar este tipo de informações e não o nome e outras referência...

Troco mãe

Sempre que alguém vai pedir dinheiro ou divulgar informação necessária - vida depois da morte e afins - a casa da minha mãe, ela, do alto da sua generosidade e boa graça, ou diz que não tem dinheiro e para tentarem no andar de baixo, na casa do filho, ou diz que não tem tempo mas que o filho é muito atencioso e compreensivo e que irá concerteza ter tempo para receber as linhas orientadoras de qualquer Deus. Não é preciso dizer que sempre que abro a porta e um desconhecido me pergunta "É o filho?" sei sempre o que me espera. Ontem tive direito a mais um episódio desta interminável telenovela: Abri a porta; a senhora mandou um berro com o kiko que sai sempre inofensivamente disparado; eu olhei para ela com olhos de carneiro mal morto porque já desconfiava o que ia sair dali; ela explicou-me de onde vinha e o que queria, não sem antes perguntar se eu era o filho, claro!; eu disse-lhe que não tinha nada para lhe dar mas que a porteira tem sempre qualquer coisita (cada um goza com...

Perdido outra vez!

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Foi um caminho difícil até chegar ao jantar de bloggers no Sábado. Como fui a pé, resolvi ir com uma hora e um quarto de antecedência, o que me daria, pensava eu, tempo suficiente para encontrar o restaurante. Antes mesmo de entrar no Metro fui abordado por duas coreanas que me queriam - não acaba aqui... - fazer umas perguntas. Só permiti isto porque as duas eram giras e eu ainda tinha muito tempo; não liguei ao facto de estarem com uma bíblia na mão e preparei-me para as perguntas da chacha. Depressa cheguei à conclusão que tinha cometido um erro: não só elas falavam penosamente o português, como também já me tinham lido umas dez passagens da Bíblia em que dava a entender que havia afinal dois Deuses e um deles seria uma Deusa - Um casal, portanto! Liguei o turbo dos ateus e fugi dali p'ra fora - Nenhuma gaja é gira o suficiente para me obrigar a ouvir disparates. Metro, finalmente... Cheguei calmamente ao Parque das Nações, olhei para o relógio e comecei a andar lentamente - Ai...

Potter e a irritabilidade das mulheres

Ontem fui ver o Harry Potter com a minha sobrinha, a minha irmã e o Pedro. Tirei duas conclusões: o filme é giro e as mulheres têm um fraco poder de concentração aliada a uma irritabilidade latente e inata. Atrás de nós sentaram-se uns putos que, aparentemente, não se calaram durante todo o filme. Digo aparentemente porque nem eu nem o Pedro nos apercebemos disso, tal era a nossa concentração no filme; já a Maria e a Patrícia passaram o filme a vocalizar chius e a olharem para trás com as sobrancelhas sobreerguidas. Podem-me dizer que os homens geralmente não se fazem notar em meios públicos com acessos de irritabilidade, o que é verdade, mas não minto quando afirmo que mal me incomodaram as vozes traseiras dado o meu fascínio pelo desenrolar do filme. Ainda me passou pela cabeça fazer um feitiço para calar os putos e as mulheres, mas esqueci-me de levar a varinha.