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A mostrar mensagens com a etiqueta Anarquismo

Eu sou ph... eu sou ph... eu sou do Partido Humanista

Como a minha querida e adorada me vai obrigar a votar nas Eleições Europeias, e porque eu nunca liguei nada aos valores partidários absolutistas, antes revia-me em uma série de ideologias que eram (são) transversais, fui obrigado a informar-me melhor sobre o "assunto". Felizmente, encontrei uma ferramenta automática que me livrou do trabalho fastidioso de perceber em qual (partido) votar: http://www.euprofiler.eu/ Agora sei que pertenço, mais ou menos, ao Partido Humanista . Sou de esquerda como sempre desconfiei. De coração sou anarca, mas para mim a anarquia não passa de uma optimização extrema da Democracia. E pronto! Já me formei em Política, à la "Novas Oportunidades", e sinto-me feliz.

We're all the Pirate Bay

Estação Liberdade: O começo.

Bem vindo à Estação Liberdade! Com um novo aumento do IRS ou do IVA (ou de ambos) num futuro próximo para colmatar as faltas da Segurança Social, este Governo prepara-se para acabar de vez com toda a classe média - exterminá-la! Tenho algumas medidas, também para o futuro próximo, para combater este Regime Capitalista: A primeira é o ataque à fantochada da Democracia representativa escolhendo não votar; A segunda, e esta é só para aqueles que acham que o ordenado assim que entra na conta sai de imediato na totalidade, é não abrir, pura e simplesmente, contas. Pagar tudo em dinheiro vivo. A terceira é consequência da segunda. Não aderir ás linhas de crédito, empréstimos, cartões de crédito e de débito. A quarta é aumentar o consumo da pirataria. A quinta é a criação de movimentos de cidadãos que permitam uma mudança de paradigma da Democracia representativa para uma participativa e consensual. A seu tempo outras medidas serão divulgadas, por agora é tudo... Obrigado pela sua participaçã...

E-book finalmente!

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Já falta muito pouco tempo para acabar o domínio do papel! Yuppi!! Assim como os fascistas das discográficas e as distribuidoras de fimes olharam para o abismo da igualdade social, também as malditas editoras cegarão quando se virem observadas pelo abismo. Mais um passo para a justiça social.

Os filtros do poder

Já não são só os livros, as peças de teatro e os concertos inflacionados que limitam a cultura geral a apenas um ou dois estratos sociais; também agora a programação televisiva (num canal público) de interesse nacional, cultural e político, é remetida para horários proibitivos para quem trabalha de sol a sol, suadamente, que é o caso da maior parte da população portuguesa. Até quando as classes sociais baixa e média baixa terão que sofrer este tipo de discriminação positiva? Coitadinhos, fartaram-se de trabalhar. Eles depois do trabalho não querem estar a pensar, querem é vegetar à frente da sua telenovelazinha ou futebolzinho. Não os vamos chatear com estas coisas chatas. Aliás, de certeza que ou não votam, ou votam naquilo que os "mais esclarecidos" ou os grupos de pressão lhes indicarem. A ignorância é filha da pobreza.

Nacionaquê?

Eu não tenho uma pinga de nacionalismo no meu corpo. Por mim queimavam-se as bandeiras em todo o globo. Ao contrário, a maior parte da população mundial, europeia e portuguesa, vive num marasmo nacionalista. Como me adapto bem às incongruências ideológicas, não me ralo muito. O máximo que faço para distilar o pouco que resta da minha repulsa, é escrever neste blog. E é uma incongruência ideológica ao quadrado que venho agora vomitar. Não percebo muito (quase nada) de futebol e de atletismo, mas sei mais ou menos o que é uma selecção nacional e um atleta nacional. Na selecção temos um jogador brasileiro que mudou à relativamente pouco tempo para a nacionalidade portuguesa para assim se poder mover melhor no cenário futebolístico europeu. E parece que não vai ser um caso isolado, pois tenho ouvido ultimamente que mais um jogador brasileiro pretende obter a nacionalidade portuguesa. No atletismo temos o Obikwelu - penso que seja assim que se escreve -, não sei bem de onde é mas agora é po...

Fascistas anti-fascistas

Esta iniciativa alemã de querer proibir as actividades e símbolos neo-nazis na Europa, preocupa-me. Não tenho nenhuma preferência pelos nazis, bem pelo contrário. Mas no que toca à liberdade de expressão, sou um feroz defensor. E a liberdade de expressão diz que devemos ser tolerantes até com as ideias intolerantes. Esta é claramente uma medida fascista, mesmo que seja anti-fascista na pele. O que é que se vai proibir a seguir? Deixa-me cá pensar um pouco... Ah! E porque não a Igreja Católica? Estes gajos também mataram muita gente; E já agora, porque não restringir a liberdade aos próprios alemães? Nunca confiei muito neste gajos. Costumam ter ideias totalitaristas, fascistas e xenófobas. Acho que era de limitar a liberdade de expressão destes gajos; Os muçulmanos também têm umas ideias esquisitas, o melhor é acabar de vez com todos os meios de comunicação dos gajos - assim como os americanos estão a fazer ao proibir o canal Al-Jazhira nos U.S.A.; Por falar em americanos, não foram es...

Confortavelmente vegetais

Era uma questão de tempo. - O poder corrompe. Como a maior parte de vós já deve saber, o YouTube foi comprado pelo Google . Apesar de a maior parte dos "financeiros" afirmar que esta compra foi no mínimo polémica - uma vez que o Google não lida com conteúdos mas "aponta-os", especialmente conteúdos que na sua natureza são pessoais ou excertos de produtos comerciais -, mesmo assim gerou-se uma onda de optimismo nos utilizadores. A maior parte pensou que a partir de agora passaria a encontrar mais facilmente o vídeo da tia Odelinda assim como o clip Wild Boys dos Duran Duran . A boa notícia é que, por agora, a tia Odelinda fica no tubo, desde que não cante nenhuma cantiga recente; A má notícia é que tudo que não respeite os direitos de autor, a curto prazo será eliminado do YouTube . Ou seja, grande parte dos vídeos interessantes: excertos; entrevistas; videoclips; e a boa da sobrinha da tia Odelinda, que agora é dotcom . É óbvio que é o fim do YouTube tal como o ...

Não és o meu pai!

Caminhamos a passos largos para um regime paternalista e fascista. Brevemente, quem ousar ir ao banho numa praia com bandeira vermelha correrá o risco de ser multado; Depois, quem se atrever a praticar desportos radicais - daqueles (todos) que são arriscados - será multado; E por fim, quem sequer pensar num acto perigoso, será multado e até, talvez, eliminado. Consigo compreender que alguém que, inconscientemente, tenha arriscado a vida de outros, deva ser punido por isso; Consigo compreender que devam existir regras associadas a cada actividade, embora não as seguir não deva ser automaticamente razão para uma punição (cada caso é um caso); E consigo compreender que quem passa a linha do aceitável, do razoável, possa ser marginalizado, olhado com suspeição e não recomendado a relações com pessoas "equilibradas". Não consigo compreender a proibição de se ser estúpido, assim como também não consigo compreender a guerra preventiva. No final, a opção de saltar do precípicio é min...

O menino pirata

Era uma vez um menino pirata . No tempo do vinil e das cassetes , ele e a maior parte dos meninos que conhecia, e que não tinham dinheiro para comprar tudo o que queriam, emprestavam os seus discos entre si. E se alguém gostasse de um disco...pimba! Era copiado para uma TDK SA. E assim foi durante muito tempo. Nem o Zé Gato os demoveu. Todos eles cresceram. O vinil acabou e as cassetes também. Hoje eles já não são meninos, mas continuam a gostar de ouvir música e a não ter dinheiro para comprar tudo o que querem. Mas agora eles estão todos ligados entre si através de uma gigantesca rede informática, e por causa desta conhecem muitos outros que também já foram meninos. Todos estes antigos meninos, amigos ou não, gravam a música que têm e dão-na aos outros. Assim todos partilham toda a música que querem. Infelizmente o Zé Gato deu lugar ao Zé Lobo , e este é muito mau! Quer tudo para si. Não quer partilhar nada sem que o paguem muito bem. Os antigos meninos, entretanto, discutem entre...

Palmas para Vasco Rato

Vi ontem os Prós e Contras sobre a liberdade de expressão, mais específicamente sobre o cartoon do Maomé a fazer de terrorista. Para meu desagrado, verifiquei que tinham um comentador convidado chamado Vasco Rato . Não é pelo nome que eu não gosto dele, embora não ajude nada, mas pelos seus comentários da treta que costuma fazer e ontem não foi excepção. Grande parte do que Vasco Rato disse foi uma quantidade inominável de tretas, que só aquela cabecinha podia inventar. Mas não vale a pena estar para aqui a enunciar o óbvio. Eu só não percebo como é que um tipo destes, que cada vez que abre a boca diz alarvidades, é professor universitário...??? Mas tenho que dar a mão à palmatória, porque o único argumento que fez sentido, saiu exactamente da boca de Vasco Rato . E vou citá-lo de memória: " ...a liberdade de expressão irá ferir sempre alguma suscetibilidade... " e " ...é a vida! ". O que até deu lugar a uma ovação. Sou a favor da liberdade absoluta de expressão. ...

Olhó e-book! É p'ra menina e p'ro menino oh! oh!

Dentro de cinco a dez anos a literatura vai, finalmente, juntar-se à música e aos filmes. Como? Vai ser (mais ou menos) grátis devido à pirataria e aos novos dispositivos chamados e-books. Os e-books já existem, mas não têm a autonomia, a ergonomia, nem nada terminado em -ia, que irão ter brevemente. Dispenso-me de descrever a tecnologia que irá servir de base. Posso dizer é que terão as características mais apetecíveis para este tipo de dispositivo: serão maleáveis, em vários tamanhos, terão cores, uma grande resolução e contraste e muito resistentes (impermeáveis, anti-choque, etc). Meninas não fiquem todas excitadas e ruborizadas porque ainda estou a descrever o e-book do futuro... A pirataria de livros, revistas, jornais, etc, já existe, mas o que faz falta é O dispositivo para os ler com conforto. Como se estivessemos a ler the real thing . Eu estou ansioso para que o e-book apareça. Tenho que confessar que já tenho uma grande colecção de livros e banda desenhada - tudo cópias dos...

Insurreição ou terrorismo?

A discussão sobre a definição de terrorismo e a distinção entre este e o direito à insurreição que a todos (população mundial) deveria assistir, está na ordem do dia. Várias organizações, mundiais e locais, debatem os limites da definição de "terrorismo". Procura-se um paradigma para a definição. A meu ver, erradamente! Claro que se me perguntarem se um tipo que se explode num autocarro cheio de pessoas é um acto terrorista, eu diria que sim! Sem dúvida! Mas estes exemplos são apenas uma gota de água no que diz respeito a actos violentos, ditos de retaliação. Eu sei o que a nossa constituição (portuguesa) diz, muito claramente, sobre a insurreição: Artigo 21º (Direito de resistência) Todos têm o direito de resistir a qualquer ordem que ofenda os seus direitos, liberdades e garantias e de repelir pela força qualquer agressão, quando não seja possível recorrer à autoridade pública. E concordo! E posso, devo, compreender este direito fundamental para todos os países, mesmo que ...

As casas voadoras

Quase toda a gente que me conhece sabe que eu desprezo a Democracia, o Capital e a Propriedade. Revoltam-me todos os problemas com que a sociedade se depara. E mais do revolta pelos problemas, sinto asco pelas soluções. Estas, que são apresentadas por quem (aparentemente) sabe e pode, não passam de remendos, porque dão sempre a volta aos verdadeiros problemas. As verdadeiras soluções não interessam a quem está (viciado) no poder, porque a aplicá-las, os destituiriam dele. Estou farto de bater na mesma tecla... E ao tentar idealizar uma sociedade ideal, a única coisa que me fazia confusão, com a eliminação dos três horrores (vêr acima), era a ideia que eu tenho de propriedade: um espaço só para mim, privado, íntimo - todos nós necessitamos disto. Mas descobri a solução há algum tempo, e vou formulá-la aqui em estreia absoluta. Descobri que a "minha" sociedade ideal, está directamente relacionada com a evolução tecnológica, sem ela - creio - não teremos hipótese de saborear a v...

Money! It's a crime.

Segundo o Global Report on Crime and Justice (1999), do Office for Drug Control and Crime Prevention das Nações Unidas, cerca de 90% do crime mundial está directamente relacionado com propriedade e capital, ou seja, assalto e/ou furtos de capital e propriedade. Apenas 10% a 15% correspondem a crimes violentos. E nesta percentagem ainda estão incluídos os furtos e os assaltos. Ora, não é preciso ser nenhum génio para perceber qual é a fonte de (quase) todos os problemas e injustiças que os criam: Propriedade e capital mal distribuídos. Haverá mesmo necessidade da existência de propriedade e capital? Eu não creio. E se quase ninguém acredita nesta solução é porque o principal problema começa logo quando pensamos na "nossa propriedade". Eu próprio penso assim. Quanto ao capital, se o sistema fosse justo para todos não haveria necessidade de o ter. Eu sei que parece uma espécie de mistura de pensamento comunista com anarquia, e de facto é. Mas desenganem-se aqueles que pensam q...

Deves ser o Demo(crático)

Esta é a Democracia com a qual vivemos. Em todos os governos ouço falar, na opinião pública, que não se devia fazer aquilo ou isto, por tal razão ou outra qualquer. Claro, quem está no poder acaba sempre por fazer aquilo que acha melhor - contrariamente do que acha a opinião pública. Quando ouço falar na OTA e no TGV, e já agora, no Euro não sei quantos, e depois vejo todos os dias nas notícias que os bombeiros não têm meios, a saúde vai de mal a pior, a segurança social - blurp!... Eu tenho uma noção do que significam os investimentos a médio e longo prazo, mas sinceramente, estou-me a cagar que sejamos (nós? - eheheheheh) mais ricos, daqui a não sei quantos anos. Mas depois não temos uma arvorezita (para o cão, claro!), não temos segurança social, a saúde toda privatizada, enfim. Sempre ouvi dizer que a Democracia é o poder nas mãos do povo. Mas que raio de poder temos nós, senão o de escolher quem vai mandar em nós nos próximos anos???? Qual referendo, qual consulta pública, qual ca...

O fim dos capitalistas está próximo!

Tenho pensado um pouco sobre os direitos de autor. A meu ver, num sistema perfeito, a única coisa que o autor teria direito, seria o seu nome na obra e, claro, o reconhecimento e todas essas necessidades emocionais que todos temos. Num sistema perfeito, ninguém precisaria de vender ou comprar cultura/conteúdos. Um autor num sistema perfeito, não veria pirataria. Eu até compreendo, até certo ponto, a raiva dos autores quando vêm a sua obra pirateada. Sei que "aquilo" é o seu ganha-pão. Mas por outro lado, sinto mais simpatia pelas minhas necessidades. Se eu não tenho dinheiro para me cultivar devo permanecer na estupidez? A minha visão disto tudo é que estamos numa guerra: nós os que não podemos e/ou não queremos pagar pelo que deveria ser gratuíto, contra todos os outros. E nós estamos a ganhar, não por imposição da razão (como deveria ser) mas por esmagadora maioria. E a partir do momento que se abra o precedente (e vai-se abrir) da "cultura é para todos!", a parti...

Cabrões dos criminosos!!!

Porque é que é crime danificar a bandeira nacional, dinheiro e todos esses símbolos nacionalistas e capitalistas, que só trazem miséria e guerras ao mundo. Eu estou-me, puramente, a cagar para essas merdas desses símbolos! Bom, obviamente não vou destruir dinheiro porque me faz falta... Entretanto, o que devia ser crime não o é. Destrói-se Arte pelo mundo afora com uma "mão bem ligeira". É só preciso que esta seja de propriedade privada para haver liberdade de a "profanar". Eu revolto-me, vigorosamente, contra estas bestas quadradas que são capazes de destruir uma Obra de Arte pelo simples facto que esta não lucre ou vá contra a sua ideologia (religiosamente idiota ou idiotamente religiosa), ou simplesmente por pura ignorância (grafitis nas paredes ou estátuas, etc). Acho que para cada vez que se destrua Arte, se devia destruir o equivalente directamente relacionado com o perpetrador. Ex. Fundamentalistas Islâmicos Destroem estátua Buda ---> Deveriam-se queimar ...

Lúcifer é que tinha razão.

Eu sou tão avesso às hierarquias no geral e ao poder no particular, que hoje sou anarca e ateu. Bom, é um bocado mais complicado que esta minha afirmação. De qualquer maneira, para simplificar e ter mais piada, vamos partir daí, de uma maneira simplista e reptiliana. Eu sou tão ateu/anarca que se morresse e fosse para o céu, recusava servir "qualquer" Deus que me aparecesse à frente. Ajoelhar, nunca! E também não acreditaria Nele. Provavelmente, por causa disso, iria para o Inferno, mas também, eu e o Diabo seríamos bons amigos. Isto se a Biblia estiver correcta. Se virem bem, chegam à conclusão que também Lúcifer seria ateu e anarca: recusou Deus e "vive" sem necessidade Dele; E abominava o poder que Deus tinha sobre Ele. Mas que raio!!! O homem foi feito para servir??? Claro que a anarquia assim como o ateísmo, têm várias e mais complicadas definições e correntes de pensamento. Sem faltar à verdade do meu íntimo, estou a simplificar as coisas. Desta forma pode ser...