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Uma sereia na costa lusitana

Por ser obrigado a vêr os "Morangos com Açúcar" quase todos os dias, dei por mim a observar, embasbacado, uma tal de Sorai(y)a. Acho que se chama Rita Pereira. Mas se não é um anjo que desceu à terra... Mas se não é uma aparição divina... Tenho que confessar que já fui procurar fotografias e vídeos desta maluca na net. Ainda não encontrei nada, mas não desisto tão facilmente. Estou com o cio!!! Este post era para ser uma esfrega nessa novela, onde todos os adolescentes se comportam como peixeiras na praça , mas mudei de ideias. Comportem-se da maneira que quiserem, mas por favor, deixem a Sorai(y)a na praia.

Pede, pede...

Detesto pedinchões! Não me refiro aos amigos, que esses têm o direito e o dever de pedir tudo (quase tudo) que quiserem, e se não pedirem eu mesmo faço questão de dar. São aqueles que nós mal conhecemos mas que se sentem no direito de pedinchar, constantemente... De vez em quando trabalho na organização de eventos. E, frequentemente, temos muitas "coisas boas": pastas, canetas, etc. A quantidade de supostos amigalhaços do peito que me aparecem nessas alturas é inacreditável. Já sei que quando alguém se chega perto de mim, nessas alturas, todo sorrisos, é para pedir alguma coisa. E ainda por cima fazem-me perder tempo. Primeiro começam com uma conversa (inócua) que nunca mais acaba até conseguirem arranjar coragem de fazer o pedido. Eu, propositadamente, vou adiando a coisa. Digo-lhes para voltarem noutro dia, e assim faço durante umas semanas. Gosto de ver até quando é que eles conseguem sorrir daquela maneira idiota. Claro que acabo por dar aquilo que os pedinchas querem. Ma...

Quando alguém nasce selvagem

Mais uma discussãozita com uma colega... Por acaso as culpas até são partilhadas, se não completamente minhas. Toda a gente que me conhece bem, sabe que eu não sou nenhum Yes Man , e por isso qualquer "favorzito" que me peçam, já sabem que eu refilo sempre um pouco, mas depois acabo por ceder. Detesto fazer o papel do gajo que está sempre tudo bem. Mas há pessoas que levam isso muito a peito. São demasiado sérias, suponho. Isso ainda me irrita mais. Felizmente acabou tudo em bem. E ela acabou por me confessar que tinha feito uma promessa, há uns tempos atrás, que nunca mais discutiria comigo...coitadinha não aguenta a pujança do No Man .

Saldos: Relações a metade do preço!

Quando termina uma relação, há sempre alguém que afirma que o tempo partilhado foi um desperdício. Eu sei que quando isto é dito, é num cenário de confusão sentimental, mas soa sempre mal. Já tive relações boas e menos boas, mas nunca foi um desperdício de tempo. E sim, já me disseram isso no final de uma relação. Fiquei pior do que estragado! Estive eu a desperdiçar x anos da minha vida para nada. Da forma que isto é dito e posto, dá ideia que uma relação é um negócio. Sim! Há altos e baixos. Sim! Perde-se e ganha-se. E sim! Eventualmente acaba. Mas será uma relação comparável a uma transacção, a um negócio? Acho revoltante a mania que há em se comparar relações com a ida à feira. Vamos lá acabar com isso!!! Proponho que a frase final seja do tipo: Nem foi bom, nem foi mau. Foi uma granda merda!

Monty Python's Flying Circus em Portugal

Estou a pensar muito seriamente em telefonar ao John Cleese numa tentativa de reunir de novo os Monty Python's. Perguntam-me, como conseguirei??? Muito simples, apresentando um argumento com uma qualidade para além das expectativas mais elevadas, com um humor non-sense fantástico e situações cómico-absurdas nunca antes vistas. E o que é melhor, não necessito de usar a imaginação, basta viver em Portugal!!! Digam-me lá, que melhor sketch do que este: " No norte de um país à beira mar plantado, existe uma estrada que atravessa um aeródromo, com um sinal à passagem da pista com indicação para o automobilista de parar, escutar e olhar antes de a atravessar. Eis quando o automobilista, depois de se deparar com o sinal, pára, escuta e olha, olha principalmente para o chão a pensar que estão a gozar com ele porque não vê sinais de linhas de caminho de ferro a atravessar aquele ponto,e nunca ouviu falar de uma estrada que atravesse um aeródromo, nem isso lhe passa pela cabeça. Depois ...

Eu não olho, contemplo

Palavra de honra que eu faço os possiveis, e impossiveis, para não olhar para os rabos nem para as mamocas das mulheres. Modéstia à parte, 99% das vezes tenho sucesso na minha missão. Mas sou apenas humano, e como tal sujeito a pequenos deslizes... Não é que sempre que as minhas hormonas comandam os meus olhos, sou "apanhado"! Mas até parece que elas têm uma espécie de 6.º sentido. Ela até pode estar de costas, mas assim que os meus olhos aterram no rabinho dela, num repentino golpe de rins, ela vira a cabeça (à la exorciste) e apanha-me. Eu, encavacado, desvio logo o olhar. O meu pensamento é sempre, mais ou menos, o mesmo: Merda! Fui apanhado! Eu sei que vocês não gostam, e por isso peço desculpa. Mas é um animal dentro de mim que não consigo conter.

Lucy in the Sky with Diamonds

Todos os que já jogaram ao Tetris, naquela maquineta em forma de rectângulo espalmado, sabem que se o fizerem durante um determinado número de horas, sonharão com peças a cair. I kid you not! Pois eu, durante o tempo em que era moda o ZX Spectrum, exagerei num determinado jogo...não me lembro do nome. De tal forma que hoje, passados tantos anos, a música ainda me assalta a mente, acompanhada com os respectivos movimentos espasmódicos dum imaginário joystick. É horrivel! Começo a pensar que nunca mais me livrarei do nível 4...