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Nem os Hadza escapam delas

Hoje de manhã li um artigo na National Geographic sobre o povo Hadza. Um artigo muito interessante sobre os costumes deste povo, mas houve uma coisa que me ficou na cabeça a martelar. Este é um povo muito antigo e muito diferente, mas, segundo o jornalista, as mulheres parecem ser iguais às de qualquer outro povo. Elas têm o costume de chatear os homens quando estes relaxam. E dizem preciosidades como estas: "Oh Zdinbai, porquê que ainda estás a dormir? Não vais caçar?", "Mutulo, hoje o babuíno não vinha devidamente esfolado...!", "Porquê que andas sempre com o Chivambo? Não gosto dele. Ele leva-te para maus caminhos.", "Hic, onde é que estiveste até agora? Vais-me dizer que te perdeste no mato outra vez!?!". Ok! As últimas duas são da minha autoria, mas tenho quase a certeza que já devem ter passado pelos ouvidos de algum Hadza.

Que mau!

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A prova de que os gajos têm melhor gosto que as gajas: The Twilight Saga: New Moon

Gabriela eu...

Saiu-me na rifa uma mulher que gosta de futebol e de caracóis. Não consigo evitar sentir, ocasionalmente, uma crescente feminilidade em mim. Quando dá o Benfica e estou a lavar a louça, se a mulher berra com o árbitro ou manda o Nuno Gomes correr, eu encolho-me, na cozinha, trémulo. Não detesto futebol, só não gosto muito; já os caracóis, desprezo-os! Quando almoçamos na casa dos meus sogros, quase todos bebem vinho. Eu fico-me sempre pela minha bebida favorita: água. Entre a conversa de futebol e um copo de tintol, pai e filha desentendem-se alegremente. Quanto a mim, vou ouvindo atentamente as recomendações domésticas da minha sogra bem como a descrição detalhada da receita da refeição que devoro sem muita vontade - sempre comi pouco para grande desconfiança de quem come muito; dizem-me que "quem não é para comer, não é para trabalhar", coisa que nunca percebi pois independentemente da "tonelagem" de trabalho sempre comi pouco, a única coisa que me abre o apetite ...

Elas dão cabo de mim

A volatibilidade emocional feminina é coisa que sempre me fascinou. Por mais que presencie este fenómeno, não consigo deixar de ficar espantado de cada vez que acontece. Num momento está tudo bem, noutro, e sem qualquer razão aparente, tudo muda. Nuvens negras e trovoada onde estava um belo céu azul iluminado pelo sol. E não são só mudanças de humor, que essas também acontecem no género masculino, mudanças de coração e outras de interesse mais egoísta. Como já tenho mencionado, eu cresci rodeado de mais mulheres do que homens. Isto levou a que a minha educação tenha focado por um lado para um ligeiro toque de machismo e por outro - paradoxalmente - para uma visão da mulher como um ser mais "iluminado" do que o homem. A minha avaliação de cada mulher é baseada no que me foi transmitido pelas mesmas, portanto, e embora as minhas deduções possam ser ocasionalmente abaladas pela parcialidade de uma visão mais emocional, no final, a razão e o conhecimento adquirido ao longo dos an...

Apanha!

Por mais estranho que pareça, os maiores medos da população masculina são pequenas coisas como... não apanhar aquele objecto que nos é arremessado. Raramente é uma mulher que nos lança um objecto, quase sempre é outro homem. O intuito é testar os nossos reflexos, sangue-frio e, por vezes, força. Apanhar o objecto em pleno ar dá-nos credibilidade e auto-estima por um curto período de tempo; não apanhar significa reprovação dos nossos pares e chicotadas psicológicas auto-infligidas. Mas pior do que não apanhar uma vez é não apanhar sistematicamente. Somos automaticamente rotulados de cromos. A falha dos nossos reflexos nestes momentos decisivos dão origem a muitos pesadelos e despertares de choque. Apanhar o objecto é um teste que é efectuado não uma vez mas durante toda a nossa vida. Quando menos esperamos... Op! Começa quando andamos na escola e tanto nós como os nossos colegas nos divertimos a atirar laranjas e pedras uns aos outros; Quando somos adultos passamos a atirar chaves-de-ca...

Isso é meu, amor!

Parece que o facto de eu guardar todas as revistas que compro faz especial confusão ao sexo feminino. Já os homens compreendem-me. Nunca percebi muito bem este sentimento delas em relação ás minhas revistas. Já é um facto conhecido que as mulheres são o terror das "recordações" e "arquivos mortos" de todos os homens. Basta olhar para o outro lado, um momento de distracção e elas atiram todo o nosso património para o lixo. Seria de esperar que elas nos tratassem com a mesma cortesia que nós, muito nobremente, as tratamos ao respeitar todos os ínfimos pormenores de decoração que nos é imposta. E devo acrescentar que todos os "bonecos", quadros e outras bugigangas, tornam a limpeza do pó muito mais difícil. É verdade que tenho algumas fobias, mas uma muito particular dá-me suores frios e noites agitadas quando me imagino casado. É uma espécie de sonho recorrente em que me vejo fora de casa, afastado das minhas posses, e a minha mulher, com um sorriso matreiro...

alfas, cretinos e bons rapazes

Uma boa parte da minha vida como macho tem sido confusa. Não no que toca à sexualidade, mas na escolha do tipo de macho que eu quero ser. Essencialmente sou um bom rapaz. Mas sei que se quiser saltar para as cuecas de uma gaja tenho que ser agressivo e assertivo - um macho alfa. Por vezes também sei ser (sou) um cretino. Bom rapaz, macho alfa ou cretino? Aqui reside a minha dúvida existencial. Qualquer homem consegue, com algum sucesso, emular as características de um destes machos, mas mantê-las é outra história. Então porquê a necessidade de fingir ser o que não sou - evidentemente para ter sexo! Sexualmente, os machos alfa e os cretinos safam-se melhor que os bons rapazes. Mas voltando ao que eu sou: digamos que a maior parte do dia sou um bom rapaz, e depois, consoante a companhia e o ambiente, consigo transformar-me (durante cerca de duas horas no máximo) num alfa ou num cretino. Isto já me tem sido útil para encontros sexuais ocasionais, mas nunca com a mesma parceira. Isto expli...

Gajas boas e muito dinheiro

Eu sei, assim como muita boa gente sensata sabe, que provavelmente nunca serei rico ou concretizarei todos os meus sonhos. Felizmente, a minha paz de espírito e média de felicidade não sofrem com essa expectativa frustrada. Tanto é assim que não jogo, excepto quando alguém me pede para integrar uma equipa - raro! Claro que gostava de ser rico e etecetera e tal, mas à semelhança da existência de Deus, são ideias com as quais não perco o meu tempo. São as duas extremamente improváveis. Outra coisa que também gostava, era de ter as mulheres boas que quisesse e em quantidades industriais. Infelizmente, para se ter acesso a mulheres boas é necessário uma de duas coisas: muito dinheiro (quanto mais boas, mais caras) ou muito bom aspecto. Mais uma vez, infelizmente, não possuo nem uma nem outra característica. Apesar de que a segunda cada vez é menos importante pela sua inocuidade. Já agora, convém sublinhar a minha opinião de que as mulheres quanto mais bonitas mais caras se vendem. Ou seja,...

Os blogs e as gajas

Os blogs das gajas são normalmente mais "pesados" do que todos os outros: Com "pesados" quero dizer que contêm muita informação (irrelevante) e por isso se tornam de difícil "carregamento"; Com "carregamento" quero dizer que aquilo que o meu computador recebe de informação, excede a sua capacidade de processamento. E depois, estes blogs femininos encontram-se normalmente divididos em duas classes: os eróticos, recheados de poemas e fotografias sugestivas; e os diários à la Readers Digest , em que a "blogadora" descreve a melhor forma de remover um diafragma sem retirar o tampão ao mesmo tempo que conta a triste história do pimpão e ainda arranja tempo para os flagrantes da vida real. Começo a ficar um pouco farto de ler blogs femininos.

MÁS condutoras!

Novamente, quase fui atropelado. Desta vez estava a atravessar a passadeira, o sinal verde para os peões estava aceso. Ía a meio da estrada quando vejo um automóvel a vir na minha direcção, só tive tempo de duas rápidas passadas para trás - foi por pouco! - Ainda fiquei com os braços abertos e no rosto uma forte indignação, mas de nada adiantou porque o veículo nunca parou, nem sequer travou. Claro, a minha curiosidade, que não é diferente da de ninguém, levou-me a olhar para o condutor. Não foi surpresa nenhuma quando constatei que era uma condutora... Vou ver se não me esqueço de contar quantos são os e as piores condutores de Portugal - aquele programa novo -, gostava de saber para x condutores maus, quantas condutoras há? Chamem-me machista à vontade, mas ao menos com este preconceito sempre presente, lá me vou safando destas loucas perigosas.

A história de um peão

Como peão, atravesso várias vezes as estradas fora das passadeiras indicadas para mim. Mas quando o faço é com "total" segurança. Antes de atravessar procedo a complexos cálculos que envolvem a velocidade dos automóveis, a minha velocidade, a força do vento e a ausência de mulheres condutoras num horizonte aceitável. Quando começo a atravessar a estrada, espero que tudo corra pelo melhor, ou seja, que ninguém me passe a ferro, que não surja nenhuma mulher a conduzir e, sobretudo, que nenhum automóvel hesite ou mude a sua velocidade quando me vê: é a pior coisa que podem fazer a um peão! - Se eu já vou com os meu cálculos de velocidade de todos os veículos, e se um começa a abrandar, estraga-me os planos todos, fico desorientado... Detesto que me cedam passagem ou que hesitem. Atrapalham-me!

Vinte e sete noivas para um

Na nossa primeira esfera discute-se muito a necessidade de permitir o casamento entre homossexuais, lésbicas e padres, respectivamente. No entanto não se discute a união que realmente tem importância, e que cumpre - com tremenda eficácia - o seu objectivo, que é a procriação. Uma união que em países considerados menos evoluídos já é norma há muito tempo. Uma união de um (macho) para muitas (fémeas) - uma bela união! Esta ideia ocorreu-me quando um amigo meu me disse (ontem) que o Nigeriano Fela Anikulapo-Kuti , criador do Afro-Beat , teve 27 dignissímas esposas - eu senti uma ponta de inveja -, para cúmulo casou com as 27 ao mesmo tempo. O país dele não só permite este tipo de evento como o promove, faz parte da tradição. Foi só pena que ele não as tenha escolhido mais cuidadosamente; como o meu amigo disse, a consumação do acto acabou por ser uma espécie de Roleta Russa: o tipo morreu com S.I.D.A.. Antes de escrever este post, pus o assunto à consideração de meia dúzia de fémeas. Toda...

Lei da Paridade: uma lei mal parida

Quotas de um terço de mulheres para as listas eleitorais...?! Lembrei-me de repente disto quando uma colega minha me veio pedir ajuda, ou melhor, me veio pedir para carregar sozinho com um pesado objecto. Eu posso ser um pouco machista, mas se algum dia desejar melhorar, elas (as mulheres) não me estão a dar nenhum incentivo para que isso aconteça. Por favor...! Felizmente nem todas as mulheres estão a comprar esta história. Porque não se há-de esperar que as mulheres, por sua livre e espontânea vontade, decidam que a política é interessante. Bem sei que a maior parte delas têm uma vida sobrecarregada (mais do que a nossa, pelo menos): Têm que tomar conta dos pequenos; têm o emprego; têm os afazeres domésticos; etc. E esta pode ser uma forte razão para não se dedicarem a "vidas paralelas" como a da política. No entanto os filhos saem eventualmente de casa da mamã (tirando alguns casos mais difíceis como é exemplo disso o Não Anónimo ), libertando a mãe/mulher para outras tare...

Carregar sofás já não é o que era

Ao fim de vários dias de perseguição, com o objectivo de me fazer carregar um sofá, a minha mãe apanhou-me. Ao carregá-lo, momentos semelhantes àquele desfilaram em rápida sucessão na minha mente. O que provocou esta near death experience foi: primeiro, o sofá era pesado e não dava jeito para carregar; segundo, e mais importante, o carregador ajudante... Antes de descrevê-lo, tenho primeiro que lembrar algumas figuras, minhas (nossas) conhecidas, e a sua relação com o transporte de objectos pesados e de volume e massa desconhecidos. Primeiro houve aquele (figura querida de todos nós - os carregadores!) que quando se deparava com um objecto para transportar, dava um passo atrás e dizia: " temos que pensar sobre isto de forma empírica! "; e seria a atitude mais inteligente a tomar se estivéssemos a olhar para um pesado e complicado objecto e não uma escrivaninha...! Houve também aquele que não mexia uma palha (não tirava as mãos dos bolsos) enquanto EU não lhe dissesse exactam...

Mamas roxas e olhos negros.

Quando saio das quatro paredes que normalmente me cercam (casa, trabalho, etc.) para a rua, tento levar comigo a boa educação. O que eu quero dizer é que ela não fica em casa à espera que eu chegue. Só vou focar um de muitos aspectos da falta de educação na rua. Mas é um que me revolta particularmente. Eu não sou nenhum bisonte de musculatura mas também não sou fraquinho, no entanto tento não ir contra ninguém na rua. O mesmo já não sucede com a maior parte das pessoas que teimam em andar em linha recta não se desviando de ninguém. Não fosse o meu esforço contínuo para me desviar dos transeuntes, e muitas "ombradas" ou mesmo choques frontais se sucederiam. Parece que a maior parte das pessoas se estão puramente a "cagar" para as boas maneiras. Obviamente não devo ser o único que faz estes esforços contínuos de golpes de rins. Se assim fosse, encontraria muita gente à pancada e lesionada, caída no chão, quando andasse na rua. Gostava de chamar a atenção de dois grupo...

Vozes de Torquemada.

Ora aqui vai publicidade à borla. Hoje visitei, por acaso, um blog chamado Bocas viperinas . É (bem) escrito por três serpentes sexuadas e fémeas que, não tenho dúvida, devem ser muito apelativas no mundo real. A segurança das suas opiniões leva em crer nisso. No entanto, e aqui é que a cobra torce o rabo, está carregado (o blog) de falsas moralidades e opiniões que elas fazem questão de "cuspir" como se se tratassem das porta-vozes do universo feminino. Este problema da dualidade " Nascido para foder! Fodido para saber ", é típico em Portugal... Talvez se elas saíssem mais do seu universo - se conhecessem outras pessoas, se fossem a outros lugares e percebessem alguma coisa da natureza humana -, talvez assim pusessem os rótulos, ideias pré-concebidas, noções (erradas) da realidade e julgamentos inquisitórios, de lado e de vez! Não é com ódio que escrevo isto, mas, como o próprio tema deste blog, com revolta. Revolta porque vejo que as mentalidades demoram muito tem...

Procura-se cavalheiro para sodomizar.

Hoje, agora, neste momento, eu desprezo o trabalho manual, a não ser que fosse feito em meu proveito. Onde trabalho, como sou o único homem, elas pensam que tudo que seja trabalho manual é comigo. Eu mando-as dar uma curva. Primeiro, não tenho muito jeito para trabalho manual (à excepção de um que me ocorreu agora...) e segundo, não sou obrigado a o fazer. Elas, agora no geral, têm a mania...!! Têm a mania que um gajo, porque é gajo, tem que ser jeitoso de mãos e ter uma usina nuclear nos músculos. Pois eu digo: BASTA! Basta desta escravidão voluntária. Temos que nos unir. Vamos para a rua manifestar. Isto tem que ter um fim. Eu não me importo de ajudar, substancialmente, em qualquer trabalho físico. Porque sei que elas são mais fraquinhas. Agora, trabalhar que nem um burro lobotomizado, enquanto elas estão sentadinhas à sombra, a beber um sumo fresco, enquanto nos observam e se riem... NÃO! Levantem os vossos deliciosos rabinhos, e venham-nos ajudar. Podem levar só uma pequena fracção...

A mulher. Esse ser demoníaco.

Fui a um casamento neste fim-de-semana. Mais um amigo que nunca mais vejo... estou a brincar! O ponto alto deste evento foi a celebração da missa por um padre que parecia ter saído da Idade média. Até tinha piada. Antes de começar a missa já se apostava: se fosse um padre novo, era sempre a despachar; se fosse velho, estávamos tramados que nunca mais saíamos dali - sermões atrás de sermões. Quando o padre chegou, muita gente bufou. Era velho. Ao princípio, desliguei. Não me apetecia ouvir o que ele tinha para dizer. Muito provavelmente, aborreceria-me. Mas aos poucos e poucos comecei a despertar com certas frases curiosas que o padre proferia. - A mulher é a rainha do lar... Mas o que é isto, estou a sonhar com o século passado, num daqueles anúncios da farinha amparo...??? - A mulher deve ser pura e virtuosa. Ok! Deve estar a enunciar as qualidades que o homem e a mulher, no casamento, devem ter. - ...a mulher em casa e o marido no trabalho... Será que ouvi bem? Comecei com espasmos p...

Revoltantemente lamechas

No que toca a casamento, ou melhor, quando penso numa eventual união entre a minha pessoa e uma mulher, não consigo deixar de carregar certos medos comigo. Tenho pavor de, sem dar por isso (até ser tarde demais), me casar com uma mulher que me anule, que me castre (não literalmente, claro!). Para ser honesto, que seja parecida com a minha avó. A minha avó, desde que me lembro, que anula, quase completamente, o meu avô. E posso dizer que a culpa é dos dois, é partilhada. E este é o meu maior medo. Por outro lado, tenho medo da mulher que se anula a si própria para satisfazer-me. Que se esvazie para me encher. Esta seria completamente inócua, desprovida de vida própria. E, consequentemente, infeliz, e eu juntamente. Infelizmente, conheço muitas mulheres assim. E não são de "outras" gerações. Nem entre os dois pratos da balança está o que eu quero. O que eu quero não tem nada a haver com a anulação ou qualquer forma de esclavagismo dissimulada. Talvez eu não conheça a realidade ...

Portugal selvagem

Finalmente acorrentaram uma mulher, pelo pescoço, a um tanque de roupa! Estou a brincar. Mas convenhamos, tem a sua piada. E depois houve um jornalista que perguntou a um nativo o que é que ele achava de toda aquela situação e não é que ele respondeu mais ou menos isto: "Acho mal (o homem) ter prendido a mulher ao tanque durante oito dias. Isso não se faz. Se a mulher fez alguma coisa errada era dar-lhe umas lambadas (...)". Se não entenderam onde está a ironia desta argumentação, então também fazeis parte do sistema. Ainda digo eu que tenho algumas características de machista...este é mesmo um país de atrasados merdais ! E depois não fiquem surpreendidos com o que pensam de nós lá fora, porque a realidade é que a grande maioria dos tugas (detesto esta expressão) são uns selvagens .